Dilacerante dialéctica

Sentir e respirar cada sentimento presente
Em tantas metamorfoses de nós, conectando
Outras cumplicidades acessando a docilidade
De cada versátil momento eternizado com toda acuidade

No tecto destes céus magistrais pontificam um
Nublado mando de afagos escapulindo de meu
Silêncio quase laboratorial enfeitando ávidos sonhos
Decompondo com destreza minha solidão tão visceral

E assim pulsam os corações apaixonados colorindo todas
As palavras ornadas com a mais fina semântica apaixonada
Até que coincidentes rebelados, nos estatelamos mais refastelados
Espanto da nossa postura sossegante sensual quase desmazelada

Da escuridão mais agreste ressuscitou aquele esculpido e vassalo gomo
De luz, energizando o tempo com a macieza do teu sorriso …que regalo!!
Transfigurando até a manhã prenhe de escandalosas ardilezas, onde teço estes
Versos dilacerados pela dialéctica de um amor administrado em doses desvairadas
De lascívas  ardilezas…onde feliz toda te exalo,com tamanha delicadeza

 

FC

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