Ventos invisíveis

As palavras deambulam esquivas
Repletas de cumplicidades zelando todas as
Secretas intimidades abandonadas no escaparate
De cada esperança intemporal e obstinada

Pelos ventos invisíveis retorna aquele perfume
Que jamais se putrefaz, pois deixei-o catalogado
Em cada carícia abandonada nas prateleiras de uma
Solidão qualquer…onde retoco cada verso que o amor satisfaz

A tez efervescente do silêncio deixa seus expressivos
Cânticos pernoitar em cada beijo mais apaziguante
Atando nossas almas de vez num abraço ardiloso e aconchegante

Deixo o abrigo da solidão e sigo pelo veículo do tempo
Onde os ventos invisíveis de prontidão vão scanear
Aquela promessa reclusa, lactante que queto tanto ornamentar

FC

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