Submissos sonhos

A brisa desencantada abraça-se ao pedúnculo da
Tristeza que madruga vil e desnorteada
Escorre pela face do silêncio peregrino ecoando entre as
Palavras marginais, flutuando místicas lisonjeadas e intemporais

Da chuva brota o mesmo perfume que engravida Terra ávida
Enlameando com ecos sublimes todo o amor autenticado
E semeado em cada pedacinho de desejos renovados, laqueando
A tristeza incontida murmurando esfomeada…emputecida

Trajei cada suave hiato de silêncio com coloridas vestes artísticas,
Estupefactas bebericando a prece que engalanou minha fé
Amanhecendo singela inspirada …bem flanqueada
Alucinando outras loucuras mais deliciosas e nunca refreadas

Desnuda-se a cegueira da noite que desperta prepotente folheando
As palavras descritas num rol de submissos sonhos vanguardistas
Agasalhados aos murmúrios parqueados num beijo bem delineado
Revelando outras intimistas inspirações cúmplices, súbditas e intactas

FC

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