As cores do meu mundo

Desenhei caminhos, percorri estradas
Colori montanhas e planícies embelezando as estepes
Da vida que palmilhei ficando na retina outras novas cores
Que inventei neste cognitivo silêncio tão gentil e frenético

Seduzi toda partícula de luz imarcescível num chamariz de
Ecos coloridos embelezando cada arco-íris escorrendo pelos
Céus azuis, virtuais confortando a saudade infinita incrédula e virtual

Em cada esquina desta cidade a noite pernoita
Nas prateleiras da solidão coerciva qual imperativa comunhão
De palavras edificadas na esperança agora mais interactiva

Obstinadamente possuí cada parcela de tempo como
Se o tempo me fugisse indubitavelmente deixando a ilusão
Franquiada no bordel dos desejos em reclusão

O tamanho das angústias estende-se num rol de palavras
Quase inúteis aquarteladas no tempo quando decretei
A lei marcial aos meus versos revoltosos e cruciais

FC

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