Última e derradeira fuga

Numa carícia singela embalo com frenesim a ingenuidade
Reconfortante da alma que se despe em sorrisos tão devoradores
Sugando aquele apetecível  olhar exuberante proliferando em
Cada sonho por onde me aventuro cabalmente revigorante

Voasse eu na última e derradeira fuga pelo tempo
Abandonando de mansinho cada sonho desordeiro
Decerto esquadrinhava no espectro da felicidade um
Punhado de eternidades viajando no relevo desta paisagem
Exprimindo cada alvorada submersa em tamanha serenidade

Numa insípida hora pernoitei nas entranhas da noite respirando
Aquele apetecível e despojado perfume que transita pelos ventos
Depurantes, suando pelos poros desta vida ancorada ao silêncio
Que naufraga no limbo da existência agora promulgada e revigorante
FC

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