Brisas encarceradas

Desenho o silêncio pontual cintilando
Entre constelações luminescentes que florescem
Pelas sombras sequiosas, onde perdura arrebatado
Um beijo fértil  e sedutor, badalando despoletado

E sentindo a noite refrescar-se nas brisas encarceradas
Nos meus fiéis desejos acicatados solto o tempo que
Transborda em nós espevitado, alimentando todos os
Sorrisos recíprocos e esfomeados

Em algum lugar do tempo ficam guardados os
Retratos da memória, regando com nobreza cada história
ou lembrança correndo pelas horas enamoradas, seduzindo
Com incensos um olhar de subtileza  maturada

Respiro pelos poros seduzidos dos prazeres ofegantes
Impulso destes versos pulsando numa palavra fiel e coadjuvante
Deixando nos escombros do silêncio espampanante o perpetuar
Do amor que incremento assim de rompante

FC

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s