Nas mãos do tempo

mãos do tempo

Tudo pode acontecer numa hora certa
Incerto é depois o destino que desacerta
O consumível tempo que agora desperta
Na fogosidade da infinita imaginação em alerta

Estamos todos nas mãos do tempo
Contemplando a milimétrica hora escapulindo
À existência perene amanhecendo no binómio de cada
Segundo que fenece neste meu boémio manicómio

Décadas séculos, milénios deixam o silêncio quase
Antiquado esvoaçar num contra relógio intemporal adormecendo
O fuso horário onde se reinicia a eternidade de cada tempo
Jazendo no corolário de um sonho que desperta neste cenário

Envelhece o tempo na inteireza de cada momento alimentando
As artimanhas de um jet lag que vegeta ansioso insuspeito
De Norte a Sul até aos confins do imaginário acerto o nanómetro
Dos sonhos onde adormece cada decímetro pictórico de uma hora satisfeita

É na criatividade dos prazeres festivos que centilam atómicas
Horas monitorando a eunomia da vida onde com brados cada segundo
Se secunda das paixões meridionais alongadas pela pontualidade
Que uma simples hora redescoberta acoberta

FC

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