Hora devoradora

Escapulir daqui e num ápice deixar
O destino viajar até além do além
Levar na mochila do tempo uma muda
De versos que vista o luar da noite assim fecunda

Límpidas sombras flexíveis que se elevam na candura
Da manhã inundam este irredutível silêncio imolando
O desejo e o amor revigorado que se propaga cutucando
Cada tentação dócil, devoradora…tantos beijos reivindicando

Respiro o hálito dos dias primaveris onde submerge o tempo
Quase embriagado, segredando em uníssono o gargalhar
Do relâmpago apaixonado adormecendo mitigado

Depois adormeci ao colo das palavras dóceis ciente
Do silêncio e das confidências omniscientes abrindo
O especto da esperança que asfixio empolgado e caliente

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