Regando o silêncio

Calado mergulho sozinho pelo silêncio da noite
Regando toda a penumbra que se esvai pelas
Sombras infestadas de ecos gratos, apaixonados
Musicando hospitaleiros muitos daqueles
Teus beijos sancionados

Como uma saia rodada desvenda-se a madrugada
Pastando entre nuvens grávidas de desejos
Sussurrando pela maternidade da
vida pulsando empolgada e lisonjeira

Pelos trilhos do tempo deflagram ritmados cânticos
Declamando hinos e louvores eufóricos qual alimento
Desta fé admoestada, legada e categórica

No silêncio se tecem os gemidos de uma solidão simétrica
Vergando as paixões calorosas que pleiteiam munidas
De mil carícias prazerosas e geométricas

FC

 

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