Ventos peregrinos

Olho para o caminho que peregrina ao sabor
Dos ventos bailarinos deixando no jardim um pote
De perfumes silenciosos agitando cada odor que se
Solta bebericando um olhar avassalador ancorado ao
Sorriso que desponta dissimulado e galanteador

É tempo de enfeitar a calmaria entrelaçada ao contrito
Lamento que galopa para além do infinito atónito
Deixando afagada cada pegada calcorreando a noite
Garboza validando todos os desejos implícitos e generosos

Revigorado o silêncio recreia-se agora que a manhã
Se desata por fim da noite expectante
Lubrifica o pestanejar dos meus sonhos perdidos entre
Os destroços de uma saudade que morreu marginal e relutante

A vida recolhe do tempo cada impressão digital escrita
E perpetuada no compêndio da existência
Alimenta todos os almanaques de amor enamorados
Excitantes inolvidáveis impulsionando cada beijo
Desatinado,suscitante e aprimorado

FC

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