Encostas da solidão

Ventanias soltas percorrem as encostas
desta solidão acampada ao redor
dos silêncios vagando…vagando
enrrolhados num pote de sofreguidão

Entre as estradas do tempo…entre partidas
e chegadas abro clareiras entre a multidão
afagando o coalhado gomo de luz sonâmbulo
incitando de desejos toda minha solidão

Breve a noite que ilude o dia mapeado
Entre profecias renegadas e a gula das ilusões
Lastimáveis diluindo cada ausência prescrita
No tempo hibrido chorando no delicado madrugar…madrugando
Em fusões de beijos quase bárbaros que quero homologar

Sem mistificações abraço minha fé vitalizadora
Pulverizo todos os silêncios onde imprimo a vida
Em três dimensões de forma tão inspiradora
Semeando nos ventos uma cachoeira de sonhos evaporando-se
Desta infinita estampada saudade palpitando apaziguadora

FC

 

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