Sem Enigmas

 

 

Frio toque
Brisa que não magoa
Vento que perfuma
E emociona até
Os silêncios…em suma
O prazer que respira
Nesta fantasia
O verbo que
Transborda na taça
Da vida que a vida exultando
Minh’alma apruma e extasia

Assim como a química,
Sedenta de desejos
Sem enigmas acontece
O tacto dos silêncios na pele,
No perfumar do ser
Em cada toque
Inexoravelmente
Ainda mais
Este desejo, esta sede
Avoluma e apimenta

O toque…no momento
A hora é breve quase inesperadamente
No tempo que se estilhaça drasticamente
Fugindo de nós assim num silêncio dormitando
Num eco quase…vertiginosamente

Nesta estrofe diletante, quase exumada e lavrada
Nesta lúbrica manhã nascendo deslumbrada
Perdi-me na bagunça dos dias quando
Ali nos embebedamos num dialeto de palavras
Que se despem numa emoção fraticida desaguando
No meu refúgio de amor suculenta e ressarcida

FC

 

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